FORMAÇÃO EM TAROT TERAPÉUTICO

VOLUME 3 TAROT E NUMEROLOGIA

 

extracto

 ME INTERESSA

INTRODUÇÃO

 

"O ser humano é um imã, e cada detalhe de suas experiências aconteceram porque ele as atraiu”.                         Elizabeth Towne (1865 - 1960) 

 

“O universo não é nem hostil, nem amigável. É simplesmente indiferente.                                                                             J. H. Holmes,  (1879-1964)

 

Os seres humanos sempre nos perguntamos por que acontecem as coisas que acontecem, especialmente porque chegam as circunstâncias que nos chegam. Durante muitos séculos falaram para nós que as coisas acontecem porque é a vontade de Deus, reduzindo o ser humano á apenas um espectador de sua própria vida desde um sofá mais ou menos cómodo. Isso cristalizou no linguajar popular com expressões do tipo: Amanhã irei a Lisboa se Deus quiser. Passei no vestibular graças a Deus. Deus me enviou esta cruz  para eu carregar. Com a virada do século e a acentuação de alguns traços da Nova Era, ficamos mais “moderninhos e alternativos”, fomos perdendo parcialmente o medo aos terríveis castigos com que a Igreja Católica nós manipulava e substituímos Deus pelo Universo ou a Existência:  A Existência quer ... ou a Existência me deu  ... ou o Universo me enviou ...etc. Continuamos assim presos aos supostos altos desígnios da Existência  passando também para ela a bola da responsabilidade em relação a nossas vidas. Ainda quando colocávamos nossas vidas nas mãos de Deus tínhamos a possibilidade de sair da armadilha entendendo que esse Deus poderia ser a Divindade Interna no entanto conceber a Existência como algo interno é difícil por mais que o todo esteja na parte e a parte esteja no todo. Por outro lado se deixamos em mãos de terceiros, seja Deus, a Existência, o marido ou a família as nossas grandes opções de vida amarguraremos uma sensação de perda de identidade que tentamos imediatamente compensar procurando elementos externos que ajudem a sentir que somos alguém. Na ausência do Eu engordamos o Ego.  E claro, isso de que a Existência toma conta de mim, não só é uma repetição de uma antiga e conhecida relação materno ou paterno filial, más nos da um status e importância privilegiada com que tentamos esconder a frustração interna de não ser plenamente o que realmente somos. Se um grão de areia é infinitamente minúsculo comparado com o deserto do Saara, un ser humano é ainda menor comparado com a Existência, com o Universo que ainda  segundo falam está em expansão. Considerar que a Existência ou Deus está de olho em mim é muito egocêntrico.

Como disse Osho: “«A Existência não tem nenhum propósito.» Quem tem propósito é a Vida e esse propósito é continuar viva, fazendo que cada ser que nasce se torne um ser completo. Assim no reino vegetal faz que cada semente se torne uma árvore cheia de frutos que pela sua vez inunde de sementes seu habitat. Tive uma confirmação espantosa de este processo quando em 2011 comprei um lote de terra na Costa de Cacau, região de mata atlântica, no Sul da Bahia. Pretendia construir minha casa no meio da floresta y pedi para um amigo engenheiro florestal que me dera um relatório da saúde das árvores que iriam rodear a minha casa, não seja que alguma delas caísse encima de minha cabeça. Um de meus xodós era uma imensa árvores de tronco branco e uns 30 metros de altura que lançava inúmeros coquinhos que em algumas semanas tornavam-se novas mudas. Meu amigo Mateus observando a árvore falou assim: “Esse exemplar de ...... está na 3ª idade, de alguma maneira ele sabe que logo vai morrer e justamente por isso coloca toda a sua energia em dar a continuidade a espécie soltando sementes.”  

No reino animal e concretamente no ser humano a vida trabalha para que cada bebé que nasce cresça até tornar-se um adulto completo em todos os planos (físico, emocional, intelectual e espiritual), isto é, um ser que desenvolveu plenamente seus talentos y assim se torna realizado, frutífero y como consequência feliz. Podemos concluir então que o propósito da Vida é que cada ser vivo atinja a felicidade. Mas isso não quer dizer que a Vida se deleita dando satisfação aos nossos caprichos. Isso quer dizer que desde nosso inconsciente, donde se enraízam nossos instintos (as forças da vida que nos mantêm vivos como indivíduos e como espécie) atraímos exatamente aquelas circunstancias que precisamos viver para crescer e chegar a ser um dia a ser adultos completos, seres realizados e felizes.

Se para crescer preciso entender e superar minha dificuldade para falar “não”, vou atrair propostas e solicitações cada vez mais inaceitáveis até que fale “não”. Se para crescer preciso entender y desativar meus medos vou atrair situações que considero perigosas, até ficar rodeado por elas de maneira que não tenha como pegar um taxi e fugir, e me veja obrigado a confrontá-las. Na hora em que falo “não” e/ou desativo meus medos já não preciso continuar atraindo esse tipo de situação, atraio outras e falo “minha vida mudou”. Também posso insistir em não mudar, em construir ao redor de meus padrões de conduta neuróticos bunkers defensivos cada vez mais resistentes, então atrairei repetitivamente misseis cada vez mais poderosos e direi “este é meu destino”.

Se tivermos uma ferida psíquica ou até física atrairemos situações que nos obrigam a identificá-la, aceitá-la e curá-la. Parece engraçado, mas se temos machucado o cotovelo vamos a estar batendo nele o tempo tudo. Vamos a atrair dedos que constantemente vão cutucar nossa ferida. E quase sempre a gente morde o dedo considerando que o dedo é o canalha que não nos deixa ficar bem. Não entendemos que o problema não está no dedo, mas na ferida. Na verdade o dedo é um aliado que forma parte do processo de cura. O dedo nos fala assim: “Está na hora que você perceber que tem uma ferida, está na hora de entender porque e como foi criada e assim curar-se. Enquanto você insiste em fingir que tudo está bem eu vou cutucar essa área sensível cada vez com mais força. Até que a dor obrigue você a tomar providências para curar-se”.

Sempre que existe um ponto cego, um aspecto nosso que não reconhecemos ou não queremos reconhecer atraímos circunstancias cujo objetivo é tomar consciência de esse ponto para assim crescer. Se caminho desatento cairei nos buracos do caminho para ter que ficar atento.  Assim o Jung falava que “O destino é o retorno da inconsciência”.

 

Na vida sempre nos deparamos com mais ou menos dificuldades. Geralmente elas vêm de duas fontes diferentes:

A primeira vem da insistência em tentar ser o que não somos, optando por atividades que pouco ou nada tem a ver conosco. Quanto mais longe estamos de nossa praia, maior é o esforço que temos que fazer para avançar (e ás vezes nem conseguimos dar um passo).  Estas dificuldades nos alertam para conseguir entender que é impossível ser o que não somos. A macieira não pode dar peras e o pé de peras não pode dar maças. Entendemos que aquele não é nosso caminho e temos mais possibilidades de aceitarmos como realmente somos.

A segunda fonte procede, mesmo optando por atividades que sim tem a ver com a gente, da necessidade de tornar consciente e resolver aspectos internos mal resolvidos que desde o inconsciente nos manipulam.

 

Neste livro vamos a definir a partir da data de nascimento as Lições de Vida e os Desafios. As Lições de Vida mostram atitudes, como veremos no cap. 1, que nos ajudam a sermos mais nós mesmos. Conhecendo e praticando as Lições de Vida vamos dissolvendo a primeira fonte de dificuldades.

Os desafios são dificuldades internas que travam nosso crescimento, nos mantem amarrados a estados de sofrimento e frustração, mas quando identificados, entendidos e desativados damos um grande salto na nossa evolução. Identificar e entender os desafios faz que deixemos de brigar ou de fazermos de vítima quando as circunstancias que atraímos não se adequam a nossas expectativas. Assim podemos perceber porque atraímos essas circunstâncias e qual é exatamente a questão interna que precisamos identificar e trabalhar. Com isso temos uma boa chance de dissolver a segunda fonte de dificuldades.

Sabendo que a maioria de meus leitores, são leitoras, em homenagem a elas e a mulher em geral, que considero o motor da Nova Era de paz, consciência e amor que estamos construindo entre homens e mulheres, vou escrever o livro todo no feminino. Se algum leitor homem se sente incomodado, peço que imagine que o livro está escrito para a categoria de pessoa, que é feminino.

ME INTERESSA

 

O DESAFIO DO LOUCO

Se você nasceu com esta constelação numerológica, sua grande dificuldade é ser espontâneo. Essa dificuldade está enraizada em uma profunda desvalorização de seus potenciais. A negação dos potenciais e a consequente falta de espontaneidade podem vir de outras encarnações, mas na atual você foi privada do direito de ser criança. Sua infância lhe foi roubada. Sua inocência infantil não foi preservada adequadamente. Não lhe foi permitido viver o aqui e agora, sempre era prioritário um ali e um depois. Não podia ficar à toa, nem tomar iniciativas sem pedir permissão. Sua mente pura foi envenenada com julgamentos e preconceitos. Você escondeu e talvez tenha perdido o contato com seus potenciais e talentos, pois suas primeiras expressões o levaram a sofrer. Nem preciso falar que sua alegria sumiu.

A desvalorização de potenciais que denuncia o Louco como desafio pode se manifestar de várias maneiras. A mais habitual é: “Como eu não posso me virar sozinha, vou arrumar alguém que tome conta de mim. Procuro uma mãe, um pai, sob a forma de um casamento, de um emprego seguro ou de uma instituição que me ampare, qualquer coisa para não me expor, para eu não ter de tomar iniciativas nem precisar definir objetivos. Posso até me apresentar como uma personalidade jovem e despreocupada, que curte o momento e parece não gostar de responsabilidades, exigências e obrigações, mas fico agarrada com unhas e dentes à vaca das divinas tetas que me nutre e protege, e sem a qual eu temo morrer de fome e de frio”.

Chegou a hora de resgatar sua criança, valorizar seus potenciais e recuperar a espontaneidade. Preste mais atenção ao aqui e agora, recupere a capacidade de apreciar a beleza. Só não envelhece quem conserva essa capacidade. Tudo bem, você tem a vida toda para realizar a tarefa, porém quando conseguir realizá-la vai ver que é tão bom que talvez se arrependa de não ter feito isso antes, porque resgatar sua criança interior é resgatar sua alegria de viver.

Seu desafio superar as dificuldades internas que dificultam a expressão da criança espontânea que um dia você foi. Essa criança era capaz de:

1ª Transformar seus desejos, anseios e impulsos internos em iniciativas práticas. Isto é, levar para a manifestação os impulsos do inconsciente.

2º Viver plenamente o aqui e o agora sem hipotecar o presente por um hipotético futuro.  Isto é, estar plenamente presente no presente. O adulto pode conjugar a capacidade de saber viver o aqui e o agora com a de estabelecer metas.

3º Não julgar a se mesma nem as outras pessoas. A criança espontânea é inocente tem uma mente pura, isto é, sem malicia.

4º Expressar as emoções plenamente (até a última lágrima, até a última pernada) e voltar à alegria natural da criança que deveria ser o estado natural também do adulto. Na medida que a criança acaba sendo reprimida nesta expressão plena de sus emoções se criam camadas de pranto e de raiva que acabam travando a expressão da alegria. Claro que esta expressão plena das emoções se dá de maneiras diferentes na criança e no adulto que preservou ou resgatou a sua espontaneidade. Na criança é uma explosão, do jeito que vem se expressa, já o adulto espontâneo pode encontrar a maneira e o momento mais adequado para expressar plenamente suas emoções.

5º Ver a realidade como ela é não através de crenças e doutrinas. As crenças e doutrinas são os véus a través dos quais pretendemos ver a realidade. Quanto mais crenças, doutrinas, princípios y valores temos, menos percebemos a realidade como ela é. Recuperamos nossa percepção na medida em que eliminamos as crenças. A criança espontânea, livre ainda de crenças, tem a sua percepção preservada, vê o mundo como ele é, fazendo muitas vezes pagar terríveis micos a seus pais quando diante da visita fala o que percebe. Como diz o zen-budismo “No procures a verdade, apenas abandona tuas opiniões”.

6º Mergulhar na experiência enquanto nós adultos temos a tendência de ficar desde fora analisando-a. Um adulto e uma criança chegam numa piscina, o adulto fica pensando: “Estará muito fria? Terá muito cloro? Estará muito molhada?” enquanto que a criança já mergulhou. Ela é total e o adulto fica frequentemente dividido.

7º Maravilhar-se com as manifestações da vida e com as coisas. Um adulto e uma criança contemplam uma aurora boreal. A criança emocionada chora. O adulto fala: “Não chores, isso que você está vendo apenas é um efeito ótico em decorrência do impacto de partículas de vento solar e a poeira espacial encontrada na via láctea com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre...”  

 8º Romper sua trajetória, partir para o inusitado, o inesperado, o imprevisível e original. Deixar que novos (nunca usados) talentos e potenciais aflorem, sinalizando um novo rumo.

Talvez não o faça de uma vez só, talvez seja algo progressivo. Primeiro uma besteira qualquer, aquela minissaia para a reunião interministerial ou um penteado chocante. Depois, uma aula de biodança semanal. Quando troque as tradicionais férias na aldeia dos avos pelo caminho inca, a família começara a suspeitar, mas na hora que você, estando cotada para assumir a chefia de seu departamento, desaparece do mapa e volta, só dois meses depois, dona de uma escola de mergulho na costa da Caparica, então sim, todos falarão que você pirou de vez.

Se você dá um grande salto na sua evolução resolvendo o Desafio do Louco você atrairá continuamente situações e pessoas que lhe dão a oportunidade de resgatar a criança espontânea e/ou de desenvolver qualquer de suas características. Essa é a mensagem: seja espontânea. Ou você pega o bonde andando ou não vai ter mais bonde hoje para voltar para casa.

Se, de todas as características da criança não programada, a mais difícil de desenvolver é levar para a manifestação os impulsos do inconsciente transformando seus desejos, anseios e impulsos internos em iniciativas práticas, não só sua vida vai perder a graça, (pois a vida tem graça quando encontramos uma maneira de fazer o que vem de dentro) e você vai ficar refém do tirano mental com seus “tem que...”, mas vai atrair todo tipo de dificuldades que emperram as iniciativas que não vindo de dentro você se obriga a levar para frente.

Se for não viver plenamente o aqui e o agora, você pode se transformar num morto em vida, pois a vida só acontece aqui e agora. Ainda se você não está presente no presente, se está ausente no presente enquanto fica projetado no futuro ou ancorado no passado você acaba colocando-se em situações perigosas. Vai caminhando pela rua pensando na conversa que vai ter logo com seus colegas de trabalho e não vê a casca de banana no chão.

Se insistir em julgar-se a se mesma vai permanecer dividida entre o que você é e o que você acha que deve ser ou que não deve ser. Essa divisão, feita em nome de crenças, preconceitos e doutrinas que você não inventou, faz que aqueles aspectos seus que não aceita e que envia para o baú da sombra do inconsciente fiquem manipulando-a sem você perceber. E você atrai justamente situações que cutucam esses aspectos contidos para que se expressem.  Por outro lado em nome de esse julgamento você pode tentar desenvolver ou expressar exageradamente aspectos ou atitudes que não são suas.

Por exemplo na infância você escutou repetidamente em tons pouco agradáveis que você era briguenta. Provavelmente porque você lutava pelo que queria ou respondia com firmeza as imposições. Você acabou reprimindo a expressão de sua raiva e embora se esforce em ser gentil e simpática atrai cada vez mais agressões justamente para expressar toda essa raiva que você acumulou.

Se falaram para você que era preguiçosa, hoje você, julgando-se preguiçosa, tem duas opções. A primeira seria revoltar-se contra a preguiça e negar sua necessidade de descanso e sobrecarregar-se de tarefas. Você acaba atraindo mais tarefas para você chegar a um ponto em que não aguenta mais e é obrigada a permitir-se descansar. A segunda seria ficar na preguiça e embora possa visualizar objetivos não toma iniciativas y sua vida vai parando. A louça se acumula na pia e as contas na caixa do correio. A preguiça pode vir de uma falta de conexão interna de maneira que os objetivos visualizados nada tem a ver com a pessoa e, sendo assim, não geram energia nem entusiasmo. Se a isso sumamos o medo de fracassar a pessoa não sair do lugar. Atrairá situações e pessoas e que a obrigarão a entrar em ação. As baratas invadiram a casa e os vizinhos chamarão as autoridades.

Se você julga as outras pessoas etiquetando-as com os mais variados adjetivos em primer lugar precisa entender que isso que você vê nos outros são na verdade aspectos seus que você nega e condena dentro de se. Se para crescer você precisa identificar esses aspectos ou características de sua personalidade provavelmente atrairá repetitivamente pessoas que de maneira cada vez mais acentuada expressam essas mesmas características. Também, é claro, seus relacionamentos profissionais, familiares, amistosos e amorosos ficaram limitados e degradados por essa atitude julgadora.

Se você não expressa suas emoções plenamente, guardando-as no baú da sombra do inconsciente, não só você, usando essas emoções reprimidas como matéria prima, estará construindo muralhas que a impedem contatar com sua alegria natural interior mas essas emoções o manipularam sem você perceber. Seus relacionamentos serão superficiais e atrairá situações e pessoas que justamente cutucarão essas emoções represadas para que chegue o momento que você não possa mantê-las pressas e mesmo sem você querer, elas apareçam de formas mais ou menos explosivas. Se a emoção reprimida é a raiva você atrairá agressões e pessoas rabugentas que despejarão essa raiva encima de você. Se for a tristeza a emoção que você não quer expressar atrairá situações que acentuam essa tristeza e pessoas que não tem o menor pudor de inundar você com suas próprias tristezas.

Se tiver dificuldade para mergulhar na experiência ficando sempre ou quase sempre observando e analisando-a desde fora, sua vida irá tornando-se a cada vez mais vazia e o mais provável é que atraia chutes na bunda para cair na piscina da experiência.

Se você não consegue ou não quer maravilhar-se com as manifestações da vida o mundo, aliás, seu mundo vai perder o encanto, vai tornar-se cada vez mais cinzento e anódino. Provavelmente você ficará sepultada embaixo de preocupações mais pesadas. As crianças pararão de sorrir para você e os cachorros de menear o rabo e atrairá situações chatas, pessoas feias, propostas enfadonhas para levar você ao limite onde o canto de um passarinho na sua janela pode fazer que você acorde.

Se sua dificuldade maior é mudar sua trajetória de vida de uma maneira imprevisível e até ilógica ficará dividida entre o impulso não racional para jogar-se no novo e os argumentos enraizados no medo que a mente lhe fornece para ficar em empregos, atividades ou relacionamentos que já não o estimulam nem inspiram. Atrairá situações e pessoas que lhe tornarão cada vez mais difícil permanecer naquelas atividades e relacionamentos. Pode até ser abençoado por uma redução de pessoal na empresa.

O floral de Zannia* lhe ajudará a resgatar a capacidade de brincar e rir. A essência de Baby Blue Eyes** lhe facilitará recuperar a inocência e a confiança infantis.

 

O Imperador e A Morte são as Lições de Vida correspondentes ao desafio do Louco.

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